quinta-feira, 1 de abril de 2010

GPCP3

Para o mês de abril, teremos uma novidade na carteira:

GPCP3 - já entra sendo a segunda maior em peso na carteira, o Grupo Peixoto de Castro (GPCP3) possui a maior planta de metanol do Brasil (PROSINT), com capacidade para produzir 200.000 toneladas/ano. A holding (GPCP3) é formada também pela Metanor que também produz metanol e cujo controle é dividido com a Petrobrás Química s.a., Apolo que fabrica tubos para a área de petróleo e gás e a Synteko, tradicional fabricante de resinas para a construção civil. Cabe ressaltar que a Synteko e a Prosint se fundiram, formando a GPC química.
Mas o que fundamenta tamanho otimismo foi a retomada dos preços do metanol, insumo básico na produção do biodiesel, lembrando que já estamos com o B5, percentual 25% maior que em 2009 (B4), preços maiores e demanda maior.
E ainda, diminuiu em 18% a dívida total, o resultado financeiro líquido caiu de (132 milhões) para (22,7 milhões), e mais para ser ter uma idéia o resultado operacional do 4º tri/09 foi de 29,2 milhões, ante a 11,3 milhões de todo o ano de 2009.

Também sou GPCP3 de coração.
Atualizando a carteira:
40% INEP4 (mudamos de 3 para 4 em função da diminuição do spread entre elas;
20% GPCP3
15% AGEI3
5% FHER3
5% GPIV11
5% JBSS3
5% DUFB11

sexta-feira, 5 de março de 2010

Sou Inepar de coração...

Com a IPO da OSX, empresa PRÉ-OPERACIONAL do Eike Batista que atuará no mesmo ramo da IESA óleo e gás (subsidiária da INEPAR), surge uma empresa de capital aberto que servirá de comparação para a nossa INEPAR, o número previsto para o valor total da empresa oscila entre 13 e 20 bilhões de reais, lembrando que inepar está valendo cerca de 500 milhões de reais.
Acredito ser um ótimo momento para aumentar o posicionamento nesse papel, tendo em vista os seguintes fatores:

  • Melhor precificação graças ao IPO da OSX;
  • Resultado de 2009 será divulgado até o fim do mês e mostrará a contínua melhoria operacional da empresa;
  • Abatimento das dívidas fiscais com a entrada no REFIS; e
  • Possível venda da CEMAT com o respectivo abatimento das dívidas vencidas.

Também gostaria de registrar a retirada de ECOD3 da carteira do blog, por causa de fato relevante de hoje, tratando da perda do selo social da empresa que acarretará em vendas menores de biodiesel, afetando consideravelmente o balanço da companhia nos próximos trimestres.

Ficando assim distribuída a nova carteira:

INEP3 - 50%

AGEI3 - 15%

GPIV11 - 10%

FHER3 - 10%

JBSS3- 10%

DUFB11 - 5%