Nesta semana vou responder a duas perguntas:
1. “o momento agora é de compra ou devemos ficar de fora do mercado. A bolsa cai mais ou não?” – Luís Henrique, São Paulo
Luís, para uma visão de médio prazo (6 meses a 2 anos) e principalmente, entendendo que a bolha de commodities desinflará vagarosamente, sim ao redor de 58 mil pontos é um bom ponto de entrada na bolsa, podendo em uma situação de estresse atingir 53 mil pontos, nada além disso. Mas se a bolha estourar e com isso ocorrer a quebra de alguns hedge funds, então, teremos a total aversão ao risco, podendo levar a bolsa aos 30 mil pontos.
2.“como fazer para duplicar o capital investido em 12 meses, com baixo risco?” – Roberto Breves, Rio de Janeiro
Ah! Se eu soubesse.....
Roberto, nenhuma pessoa séria ousaria lhe indicar um caminho a seguir, eu tão pouco o farei.
Com baixo risco no Brasil, só posso lhe indicar a poupança, o problema é que ela lhe renderá entre 5% e 6% nos próximos 12 meses, o que ficaria bem longe do seu objetivo.
Para obter melhores rendimentos, há que se incorrer em mais riscos, e para isso recomendaria uma parcela de até 40% do capital livre em renda variável, 30% em títulos públicos atrelados a índices de inflação IGP-M e IPCA (NTN-C e NTN-B, respectivamente) e 30% em títulos indexados à taxa selic (LFT).
1. “o momento agora é de compra ou devemos ficar de fora do mercado. A bolsa cai mais ou não?” – Luís Henrique, São Paulo
Luís, para uma visão de médio prazo (6 meses a 2 anos) e principalmente, entendendo que a bolha de commodities desinflará vagarosamente, sim ao redor de 58 mil pontos é um bom ponto de entrada na bolsa, podendo em uma situação de estresse atingir 53 mil pontos, nada além disso. Mas se a bolha estourar e com isso ocorrer a quebra de alguns hedge funds, então, teremos a total aversão ao risco, podendo levar a bolsa aos 30 mil pontos.
2.“como fazer para duplicar o capital investido em 12 meses, com baixo risco?” – Roberto Breves, Rio de Janeiro
Ah! Se eu soubesse.....
Roberto, nenhuma pessoa séria ousaria lhe indicar um caminho a seguir, eu tão pouco o farei.
Com baixo risco no Brasil, só posso lhe indicar a poupança, o problema é que ela lhe renderá entre 5% e 6% nos próximos 12 meses, o que ficaria bem longe do seu objetivo.
Para obter melhores rendimentos, há que se incorrer em mais riscos, e para isso recomendaria uma parcela de até 40% do capital livre em renda variável, 30% em títulos públicos atrelados a índices de inflação IGP-M e IPCA (NTN-C e NTN-B, respectivamente) e 30% em títulos indexados à taxa selic (LFT).
É importante dizer que esses títulos são negociados no Tesouro Direto, por meio de um agente custodiante, ou seja, trata-se de um sistema de negociação de títulos do governo federal via internet, site http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro%5Fdireto/
Pelo último ranking divulgado em junho, o BB aparece na liderança em número de operações no tesouro direto, e cobra para essa intermediação, 0,50% ao ano de taxa de administração. Em seguida aparece a CEF (0,40% ao ano), em terceiro a SOCOPA, que não cobra taxa de administração, ou seja, vale a pena consultar as taxas de administração,divulgadas no site, antes decidir aplicar nesta modalidade de investimento.
Pelo último ranking divulgado em junho, o BB aparece na liderança em número de operações no tesouro direto, e cobra para essa intermediação, 0,50% ao ano de taxa de administração. Em seguida aparece a CEF (0,40% ao ano), em terceiro a SOCOPA, que não cobra taxa de administração, ou seja, vale a pena consultar as taxas de administração,divulgadas no site, antes decidir aplicar nesta modalidade de investimento.
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